terça-feira, 2 de outubro de 2007

Oi nóis aqui

Galera,
Hoje tivemos uma reunião na sede da CRE I (Coordenação Regional de Educação) do Subúrbio I, que tem como coordenadora a profª Jacirema, estiveram presentes também a Coordenadora da CRE II (Subúrbio II) a profª Gizia, a profª Agda Juliana, coordenadora pedagógica da CR, do Fórum estiveram Pe. Ricardo, Marcelo (Cena 1); Fábio Santana (E²); Cleiton Luz (MCPS); e Carlos Bimbao (arca de Olorum); Ana Vameska, representando o nosso Centro Cultural.
Ana Vaneska falou da necessidade de uma maior aproximação com as instituições de ensino ligadas ao município, e em especial da nossa região do subúrbio ferroviário, na perspectiva de oferecer acesso ao equipamento cultural em nossa programação, uma vez que no mês de novembro estaremos exibindo filmes documentários com a temática africana, criando assim um link com a implantação da Lei 10639/03, que torna obrigatória a inclusão, nos currículos escolares, da História e Cultura Afro-brasileira. Aproveitando o ensejo a profª Jacirema distribuiu as Diretrizes geradas no âmbito municipal para esta ação. Pontuamos vários problemas, como a questão do transporte para se chegar ao Centro, Pe. Ricardo observou que há a necessidade de se ter uma linha fixa interligando as várias comunidades do subúrbio, citando o exemplo de que alguém para sair de Fazenda Coutos para ir a Plataforma precisa no mínimo utilizar 02 transportes ou que mesmo quem more em Paripe, em Tubarão etc. Inácio levanta outro entrave focando a sua atenção para os horários de funcionamento do Centro, salientando que para a parceria com as escolas municipais se efetivar há a necessidade premente de se rever esta questão, já que estas instituições de ensino tem seu grande número alunos estudando nos turnos diurnos e a equipe técnica do Centro não trabalha no período da manhã.
Idas e vindas na discussão regada a frutas (diga-se de passagem), marcamos o nosso próximo encontro para o dia 09 out. 2007, às 14h, no Centro Cultural de Plataforma.
Vê se você aparece.
Abração

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Nosso momento atual

Galera a coisa está séria, não vamos nos acomodar. Uma amiga encaminhou-me a mensagem abaixo e gostaria que refletissemos sobre ela. Pode ser que achem que isso não nos atinge, mas sem querer ser terrorista, e sendo, atinge e muito o nosso movimento cultural.


Mensagem



Assisto perplexa a um almoço em praça pública, em jornal, tevê, rodas de conversa. O almoço sobre a carne de quem tenta quebrar modelos tortos de se fazer cultura. A cultura na Bahia era como uma festa, cujo aniversariante convida 100 convidados, mas só concede a fatia do bolo para cinco, seis no máximo. Um bolo construído à custa dos 100 convidados, que quase sempre ficam a ver navios. A sentir fome. As verbas do Fazcultura dessa terra eram centralizadas em Salvador, nas mãos de pouco mais de 20 produtores. 93% da cultura da Bahia era empregada na capital. Migalhas para o restante desse estado, que é quase um continente.O Pelourinho é hoje o "mártir" para a imprensa baiana. É também o algoz da Secretaria de Cultura do estado, que busca quebrar os vícios instaurados naquele terreno por anos. Sim, os bares estão às moscas, não há graça nenhuma hoje no Centro Histórico de Salvador. Mas é papel do governo pagar as atrações musicais que vão atrair público para as casas noturnas da região? É papel de o governo investir no mercado do entretenimento local? Quando vou aos bares do Rio Vermelho, assisto a programações culturais que os comerciantes locais viabilizam. Assim é na Ribeira, assim é na Orla, assim é em qualquer lugar dessa e de qualquer terra. No vício do Pelourinho, é papel do estado pagar as atrações musicais ou culturais para lotar os bares e restaurantes. Ou pior, investir em atrações privadas, cedendo um espaço público para produtores locais cobrarem ingressos exorbitantes. É essa a cultura que sempre foi, é essa a cultura que essa população espera?E no meio dessa história toda, um teatro que por anos, sim, contribuiu para a cultura soteropolitana. Espaço para artistas da terra, mas mais do que isso, espaço para um público novo, que desconhecia outros palcos e que podia ali assistir a espetáculos de qualidade, a conhecer aquilo que se chama teatro. O Theatro XVIII, que hora, tem as portas fechadas foi por muito um feliz espaço que promoveu a democratização do acesso a cultura, a formação de novas platéias. Talvez, pouco aberto para artistas não tão próximos da administração do teatro, um tanto focado num séqüito, mas por outro lado,uma casa que dava acesso a um público diferente, a cidadãos que não conheciam outras salas, outros atores, outras peças. Àqueles que não dispunham de convites ou recursos para verr outros espetáculos. Ok. Esse teatro fez muito pela cultura de Salvador, mas isso não o isenta de fiscalização, visto que há ali recursos públicos. Da mesma forma como é feito nas organizações sociais que conheço. Se eu uso um recurso que é do estado, é meu dever prestar contas. Assim como é dever do estado pedir explicações dos gastos. Se eu afirmo que vou gastar com cultura, que sentido tem eu entregar uma comprovação de agropecuária? Uma nota fiscal que não cabe para aquele universo com o qual estou afirmando trabalhar. Trabalho com organizações e recebo minha remuneração através da estrutura de pessoa jurídica. Se meu trabalho é com comunicação, só posso usar uma nota fiscal da área de comunicação. Não posso ser jornalista e dar a meu cliente uma nota fiscal da quitanda...é natural então, que meu cliente não aceite essa nota, que ele questione. Há algo de errado.Assim, pergunto. O que há de errado com a Secretaria de Cultura proceder na letra da lei? Essa terra é tão tonta, tão tosca, que quando a lei é cumprida, as pessoas se sentem ultrajadas, humilhadas... não sei. Será que precisamos dar um jeitinho? Por mais gente boa que eu seja, se minhas contas estão pouco corretas, se a prestação não está de acordo, não posso me queixar se o meu parceiro financeiro exige o recurso de volta. Se há erros...se há pendências ou coisas questionáveis. É assim nos lugares em que trabalho, em qualquer empresa. Assim deve ser no estado. Presumo. Mas não é o que a imprensa mostra. O Governo é execrado por cumprir sua lei. É execrado por exigir que os comerciantes invistam em seus próprios empreendimentos. Que recursos o Governo investe no Rio Vermelho? Que incentivos são dados para os bares dessa região? O que justifica um tratamento diferenciado com o Pelourinho? Sim, falta segurança... como falta segurança no próprio Rio Vermelho, no Campo Grande, na Piedade (onde morro de medo de transitar à noite), em Plataforma, no Bonfim, no Cabula. Falta segurança nessa terra inteira...o Pelourinho não deve ser privilegiado, nem mártir.Pela primeira vez na existência dessa Bahia, acontecem encontros por várias localidades para se discutir que cultura as pessoas desse estado desejam. Que cultura queremos. Nunca vi isso aqui. Nunca me perguntaram. Nem aos amigos de Feira de Santana, Vitória da Conquista, Senhor do Bonfim, entre tantos cantos...que cultura queremos, baianos? A cultura maquiada? Queremos investimentos da cultura do trio elétrico? Em blocos que cobram mais que nossos salários para tocar uma música pasteurizada? Queremos a cultura de uma dúzia de produtores endinheirados nesse estado que tem pelo menos quatro centenas de municípios? Queremos o Governo do Estado investindo em festas fechadas de camisa? É essa a cultura que queremos? Se é essa, provavelmente, esse sujeito que aí está não é a pessoa... E quanto ao XVIII torço que volte com todo gás, abrindo as portas para tantos baianos. Mas que volte organizado, bem administrado, como deve ser qualquer instituição. Seja ela da cultura, farmácia, movimento social. Falo como artista, moradora do Pelourinho, ativista social,freqüentadora do XVIII, sonhadora.Mônica Santanahttp://www.casadaatriz.blogspot.com/

sábado, 15 de setembro de 2007

Oficinas no Centro

ATENÇÃO GALERA!!!!!!!!!!!!!!!

Estão abertas as inscriçoes para as seguintes oficinas no Centro Cultural Plataforma

1. MOBILIZAÇÃO SOCIAL ATRAVES DO TEATRO
toda segunda-feira das 08:00 às 11:00
2. PRODUÇÃO CULTURAL
toda sexta-feira das 08:00 às 11:00

VAGAS LIMITADAS

EM ANEXO FICHA DE INSCRIÇÃO QUE DEVE SER ENTREGUE NO MAXIMO ATÉ A QUINTA-FEIRA por e-mail ou pessoalmente no Centro Cultural plataforma, lembrando q as vagas serão ocupadas pelas primeiras inscrições.

Novos Editais

Amigos Coordenadores,

Ajudem a divulgarmos nossa segunda leva de editais.



Caso não consiga visualizar este e-mail clique aqui.Secretaria de CulturaFundação Cultural do Estado da BahiaPraça Tomé de Souza, Palácio Rio Branco – Salvador – Bahia – Brasil – CEP 40020-010 Tel.: (71)3103-4017 Fax.: (71)3103-4016 Internet: www.funceb.ba.gov.br E-mail: ascom@funceb.ba.gov.br

“A gente não quer só comida”

Em que medida o processo civilizatório imunizou o ser humano de suas necessidades naturais? De outro modo, em que medida esse mesmo processo não radicaliza certos comportamentos animalescos como a agressividade e a competição? Até que ponto a civilização não desenvolve outras necessidades e as impõe aos grupos sociais? Essas são perguntas que levamos para a mesa do bar ou para a cabeceira da cama após assistirmos ao espetáculo Fome.
Produzido pela Companhia de Teatro O Cidadão de Papel, o espetáculo apresenta um conjunto de imagens, sons e movimentos que nos levam ao cotidiano da busca por saciar as necessidades mais básicas, sejam elas de cunho natural, sejam de cunho social. Inspirada na proposta do teatro do absurdo, a peça apresenta o cotidiano de dois moradores de rua que têm seus dias pautados pelo ponteiro do relógio. Só que esse relógio é comandado pelo próprio corpo.
A repetição das cenas poderia nos lembrar a crítica à sociedade industrial feita por Chaplin em seu filme “Tempos Modernos”. O mundo de Fome nos leva às piores conseqüências dessa sociedade: a produção de exclusão, de violência, de lixos materiais e humanos, de “Vidas Desperdiçadas” (BAUMAN). Entretanto, não deixa de fora um tipo de exclusão e violência que extrapola o mundo moderno: a dominação da mulher pelo homem através do recurso à força física.
As fomes artificialmente produzidas também têm espaço no espetáculo, sobretudo a fome por informação, mas uma das necessidades radicalizadas pela modernidade. E o mundo dessa fome artificial também é dividido entre os incluídos e os excluídos, ou seja, aqueles que têm acesso à informação e aqueles a quem a reservada a ignorância. Desses últimos, destacam-se os analfabetos, já que o valor no mundo moderno é dado à informação especializada.
Em cartaz no Centro Cultural Plataforma de 17 de agosto a 15 de setembro, e espetáculo é, sem a mínima dúvida, uma boa pedida para uma noite qualquer. Uma boa opção para matar a fome no cardápio de possibilidades de alimentação cultural da Cidade do Salvador.


Ficha Técnica:
Texto e direção: Leandro Rocha
Preparação de atores: Marcos Oliveira
Elenco: Luis Falcão e Marli Souza
Produção: A Cia O Cidadão de Papel

Texto Citado: BAUMAN, Zigmunt. Vidas Desperdiçadas. São Paulo: Jorge Zahar, 2005.

Leo Vilas Verde

sábado, 1 de setembro de 2007

Oia Só!!!!!!!

Gente boa,

A Comissão de Comunicação se reuniu no dia 01 set. 2007, às 14:00h, no nosso Centro Cultural de Plataforma. A galera ta botando pra lá, veja o que eles aprontaram:
· Vão criar um banco de dados, usando o ACCESS, com informações importantes para o Centro, como: Público que freqüenta; faixa etária; escolaridade; profissão; grau de satisfação; sugestões, etc. Para isso estão sugerindo mudanças no formulário da pesquisa, que será apresentado no Fórum.
· Pretendem marcar uma reunião com os radialistas comunitários, no dia 27 set. 2007, no período vespertino, para apresentar o Centro e alinhavar parcerias.
· A nossa Coordenadora Ana Vaneska, irá dar uma entrevista na Radio JP GOSPEL, fiquem atentos.
· Na semana de 03 a 09 set. 2007, Lene é a componente da Comissão que irá acompanhar os trabalhos do Centro Cultural.
· A próxima reunião será no dia 11 set. 2007, às 19:00h

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Vamos nos mexer

Galerinha que gosta de mexer com o esqueleto e musculos, vamos nessa.